Igreja de Santa Eulália de Beiriz

Em 1868, deu-se início à construção da nova igreja - à frente do antigo edifício -, sendo o corpo benzido em 1872. É uma igreja neoclássica de planta longitudinal e nave única, com frontaria flanqueada por duas torres sineiras e rematada por frontão “andulado”. O interior é decorado com retábulos de talha neoclássica, com boa imaginária barroca e naturalista, nomeadamente esculturas de João d’ Affonseca Lapa. Destacam-se, ainda, as pinturas do teto da capela-mor (com motivos alegóricos) e o pano da tribuna com a Ascensão de Cristo (1918) do Mestre Joaquim Lopes. Um “alizar” (rodapé alto) de azulejos azuis e brancos, de figura avulsa, com símbolos religiosos, rodeia a nave. Já as paredes laterais da capela-mor estão totalmente revestidas de azulejos, também em tons de azul, apresentando motivos decorativos vegetalistas, arquitetónicos e cenas da vida de Cristo, datados de 1923 e produzidos na Fábrica da Fonte Nova, Aveiro. O batistério dispõe, ainda, de um painel datado e assinado por Silvestre Silvestri (pintor de azulejos, como os realizados no exterior da Ordem do Carmo, do Porto, em 1912).

A.1
A.2 Capela Cemitério Beiriz

Capela do Cemitério

A edificação da capela do cemitério de Beiriz foi iniciada em 1878 (dois anos após o início da construção do cemitério). Em julho de 1881, é aberta ao público e benzida sob a invocação de «Capela de Nosso Senhor dos Aflitos». Nas últimas obras realizadas (1996 – 1997), retiraram-se o retábulo neoclássico, o reboco e a pintura no exterior. Edifício muito simples, formado por três volumes: nave, capela-mor e pequena sacristia.

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